Decomponha a vida em versos mudos
Do tédio flui a tinta a costurar abismos
Do tempo surge o monstro a emergir do breu,
E eu sou o monstro mas ainda está escuro, não sei.
O charco ambiguo corroe o coração
Eu mordo tua veia de uma branco marmoreo e,
Chupo o sangue fétido dessas flores adoecidas e,
Me embriago no gozo tênue da tua melaconlia sombria.
A libído destila neuronios iônicos
As horas são o vacuo da solidão
Ja estamos no outono...
Decomponha a vida em versos cegos
Arraste para morte a sua conciencia aleijada
Estou apenas cansado da vida e de suas estranhas criaçoes...
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