"POR DO SOL NO
CENTRO OESTE
As gramíneas se tornam douradas
as arvores, enferrujam
e o olho de fogo se põem
por entre as gigantes anciãs
montanhas
Os pássaros brancos sobrevoam
tranquilos, pelos pastos bucólicos
como os flocos de nuvem do meio dia,
e um velho carro caipira
corta suave a estrada,
poeirenta e vermelha
do cerrado brasileiro
Enquanto meu coração se melancoliza
o sol se pôs
lembrei de você...
E com as nuvens roxas e rarefeitas
do sertão do centro-oeste
a cena blues se completa
adoraria estar ouvindo um Dylan agora
ou
beijando você"
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