Posso
Vou e posso
Professor popular,
que mostra a cara
Viajante da história,
que é sujeito mútuo
Garçom de litrão,
alegrador do botequim
Louco da madrugada,
que agita e provoca
Escrivão do calendário,
escondido na tinta
Violão de puxadinho,
tão doido quanto livre
Roteirista de época,
revisitante do subliminalismo
Médico da mente,
condor da sobriedade humana
Posso
Vou e posso;
Só não posso deixar de ser
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