Enveredando por meados de agosto.
A concha cotidiana reengloba o caramujo iconstante
que é diariamente arremessado a revelia por todos os cantos
do mundo e da mente.
Escorregando entre o extase e o abismo, deve ser culpa
da hiperatividade ou só um criatura doetia parida da minha
mente.
Aquele que rejeita o suicidio tem o fardo de construir sentido
para todos os instantes seguintes da sua vida.
Vamos assumir que o real é só a experieciação dos
fenomenos da conciancia e nada mais, nada de dobradiças ou
verdades provisórias como a realidade, por exemplo.
Assumir ou renegar o mundo que nos cerca?
Estou farto da minha psiquê ciclica com todos os
desejos e medos e cogniçoes e teorias e mais teorias e
mecanismos de defesa e projeçoes e pulsoes e vivencias
e bah!!!
É tudo sempre tão ambiguo!
Mas o caramujo continua enveredando por sua
idiossincratica carne e concha, em meados de agosto
...
É preciso imaginar sísifo feliz
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