Exaltados prisioneiros me encaram,
"mesquinho!" - eles dizem.
Me prendem na sala azul
eles lá
eu aqui.
Me torturam.
Olha lá a porta vermelha,
porta para noite.
Eu estou me perdendo
e eles com seus olhares
me cobrem de pedras.
Estou pesado,
está difícil continuar caminhando.
Eis que tudo para!
Os monstros que me prendiam
começam a dançar em círculos.
Eu os imito,
eles caem em gargalhadas.
Eu deixo de ser esquisito,
eles me soltam.
Aqui um tolo a dançar com seus monstros
E lá um eu preso por mim e meus soldados.
Meus soldados todos iguais.
A vestirem armaduras metálicas
e lutarem lutas coreografadas.
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